Como transformar estratégia em resultado
Como transformar estratégia em resultado: as pessoas certas, com os comportamentos certos, nos lugares certos.
O “jogador certo” na posição errada.
Dois exemplos baseados em casos verídicos…ou neste caso em ações de capacitação desenvolvidas.
Isto aconteceu porque o comportamento que o tornava excelente a vender, a fechar negócios (autonomia, foco no resultado imediato, ritmo acelerado, pouca paciência e disponibilidade para processos) é exatamente o oposto do que a nova função e as caraterísticas da sua equipa exigiam: um estilo de liderança mais reflexiva e estável assente em comportamentos como planear; acompanhamento mais constante; paciência, desenvolvimento de pessoas, estabilização de processos e visão de médio prazo.
2- Por uma necessidade de substituição de um colega de trabalho, uma colaboradora com um perfil extremamente analítico, metódico, de ritmos baixos e orientado para processos, é colocada numa função de atendimento ao público de ritmo acelerado, onde é exigida flexibilidade, improvisação constante e influência social intensa.
O seu desempenho caiu a pique, não por falta de vontade ou atitude face ao novo desafio, mas sim por incompatibilidade comportamental com a função. No fim do dia, as estratégias não se executam sozinhas — são as pessoas certas, com os comportamentos certos, nos lugares certos, que as transformam em resultado.
O seu desempenho caiu a pique, não por falta de vontade ou atitude face ao novo desafio, mas sim por incompatibilidade comportamental com a função.
No fim do dia, as estratégias não se executam sozinhas — são as pessoas certas, com os comportamentos certos, nos lugares certos, que as transformam em resultado.
A realidade da maioria das empresas…
O que uma boa parte das empresas já faz:
Planear e definir objetivos
Investir em ferramentas e tecnologia
Medir resultados financeiros
O que ainda falta fazer, na maioria das empresas
Diagnosticar o comportamento de quem executa o plano
Colocar as pessoas em função do seu perfil, não apenas do currículo
Ajustar o estilo de liderança a cada pessoa e a cada momento
Duas ferramentas, um só objetivo: acertar nas pessoas e nos comportamentos
O modelo DISC organiza o comportamento humano em quatro tendências — Dominância, Influência, Estabilidade e Cumprimento. Não é uma etiqueta definitiva; é uma linguagem comum que permite antecipar como uma pessoa tende a reagir sob pressão, como responde a determinados desafios do meio, como comunica e do que precisa para ser eficaz.
Usado corretamente, o DISC permite:PACL – Programa de Adaptabilidade Comunicacional e Liderança com DISC-
Perceber, antes da contratação ou da promoção, se o perfil comportamental (não técnico) de um candidato é compatível com as exigências da função.
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Formar equipas com perfis complementares, em vez de equipas homogéneas em termos comportamentais.
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Reduzir conflitos interpessoais, dando à equipa uma linguagem partilhada para entender as diferenças de reação.
Conhecer o comportamento é meio caminho andado. O outro meio é saber liderar de forma ajustada. Este modelo parte de uma ideia simples: não existe um único estilo de liderança eficaz para todas as pessoas e situações. Um líder que aplica sempre o mesmo estilo está inevitavelmente a sub liderar uns colaboradores e a sobre liderar outros.
O bom resultado aparece quando o líder é capaz de adaptar o seu estilo de liderança (Dirigir; Coaching; Suporte ou Delegação) ao nível de desenvolvimento de cada um dos seus colaboradores.
O ponto de viragem: o que acontece quando as duas metodologias se cruzam
A pergunta que fica
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